A Armadilha

Era meu primeiro dia de aula naquela faculdade. Eu havia me mudado de cidade e precisei me transferir também de faculdade. Estava morando numa pensão até que encontrasse alguém de confiança com quem eu pudesse dividir um apartamento. Como estava um pouco deslocada, fiquei analisando as pessoas e tentando descobrir com quais eu me identificaria mais. As aulas transcorreram tranquilamente e aos poucos fui me aproximando de alguns alunos. Na hora do intervalo, aproveitei para me enturmar mais e me aproximei de duas moças: Diana e Verinha. Elas me pareciam bem divertidas e populares na faculdade. Estavam sempre em rodinhas e todos se aproximavam para cumprimentá-las. Eram meninas alegres e de bem com a vida.

Os dias foram passando e eu já estava totalmente enturmada. Mas minhas melhores amigas eram Diana e Verinha. Passamos a ser três. Eu gostava delas e as seguia em tudo e com isso passei a ser amiga de todos também.

Um dia, numa conversa, eu disse a elas que precisava arrumar um emprego e alguém que dividisse um apartamento comigo. Eu estava vivendo com minhas economias e não poderia demorar muito para voltar a trabalhar. Elas de imediato me disseram que eu poderia ir morar com elas. O apartamento tinha dois dormitórios, mas também tinha um terceiro quarto que seria o da empregada, mas que não estava sendo usado e, portanto eu poderia ficar nele.


Aquela noticia me deixou feliz porque morar com elas seria muito bom, já que eu me identificava demais com as duas. Eu concordei na hora dizendo que precisávamos combinar a divisão das despesas, ao que me responderam que não me preocupasse com isso agora. Assim que eu arrumasse um emprego voltaríamos a falar sobre as despesas. Beijei e abracei as duas tão carinhosamente que elas ficaram surpresas. Combinamos que eu mudaria na sexta-feira, para aproveitar o feriado. E depois elas me ajudariam na busca de emprego.

Finalmente a sexta-feira chegou, depois de uma espera angustiante. Eu estava ansiosa para ir morar com elas e poder desfrutar da boa companhia que elas proporcionavam. Levantei-me cedo, arrumei minhas malas, acertei a conta com a dona da pensão e sai de lá feliz e cantarolando. Cheguei ao apartamento e fui recebida com carinho e muita festa. Me mostraram todo o apartamento e o quartinho em que eu ia morar dali para frente. Me disseram então que eu arrumasse minhas coisas enquanto elas me esperariam lá na sala.

Arrumei tudo rapidamente e fui encontrá-las na sala. Ao chegar lá, encontrei-as conversando animadamente entre sussurros e risadas. Me acheguei e quando ia me sentar no sofá, Diana disse:

- Não, não mocinha... temos outros planos para você. Vamos nos divertir muito!

Surpresa eu acenti com a cabeça e não disse nada, apenas esperei. Foi aí que elas me levaram à cozinha e me disseram que eu passaria por alguns testes neste fim de semana para saber se eu merecia mesmo morar com elas. Achei aquilo tudo inusitado e bem divertido, então disse-lhes que estava pronta para os testes e que eu faria o que elas mandassem. Gargalhando muito Verinha disse:

- É mesmo? Que bom!!!!

Eu as acompanhei até a cozinha e recebi a "ordem" de preparar um café da manhã delicioso e que o servisse na mesa com esmero. Assim que elas saíram da cozinha comecei a buscar nos armários e geladeira tudo o que precisava para preparar o café. Eu não tinha noção do que elas estavam acostumados a tomar e comer de manhã e por isso resolvi usar o meu bom senso para que tudo ficasse a contento delas. Eu estava me divertindo muito com aquela "brincadeira" de teste e falei em voz baixa:

- Vocês vão se surpreender comigo!!!

Assim que vi tudo preparado e o quanto tinha ficado tudo muito agradável aos olhos, fui até a sala e as chamei. Ao entrarem na cozinha e avistarem os "3" lugares arrumados à mesa, se entreolharam e imediatamente tiraram um dos lugares da mesa. Estranhei, mas não disse nada. Elas então se sentaram e ordenaram que eu as servisse. Fiz tudo com paciência e dedicação aceitando a "brincadeira" e me divertindo também. Não me permitiram falar nada. Fiquei em pé esperando que elas terminassem. Assim que acabaram me disseram para arrumar toda a bagunça e ir me encontrar com elas na sala.

Depois de tudo arrumado, fui até a sala e recebi a ordem de ouvir com atenção. Achando tudo aquilo engraçado, respondi:

- Sim, Senhoras... e dei uma risadinha

Diana ordenou que eu ficasse quieta dali pra frente só ouvindo. E o que eu ouvi, já não me parecia tão divertido assim.

Durante todo o fim de semana eu passaria por testes rigorosos para provar se eu era merecedora de morar com elas. Se eu aceitasse passar pelos testes, eu não poderia mais voltar atrás até domingo à noite. Deveria cumprir todas as regras como uma criada obediente e ainda ser educada e fazer tudo com alegria. Não poderia errar porque a cada regra quebrada ou erro cometido, implicaria num castigo correspondente. Não deveria questionar nem contestar e aceitar sempre agradecida. As coisas iriam acontecer gradativamente e a cada ordem cumprida, outra mais severa viria.

As coisas agora me pareciam mais estranhas do que engraçadas, mas a curiosidade me moveu naquele momento e aceitei com uma risadinha maliciosa ao que elas me "propunham". Elas me disseram então que daquele momento em diante eu não deveria mais falar...não queriam ouvir minha voz e que tudo começaria.

A principio me levaram ao quarto da Diana onde pude ver em cima da cama uma linda lingerie vermelha, com meias e cinta liga também vermelhas e uma sandália de saltos muito altos que deviam incomodar muito para caminhar. Recebi a ordem de me despir e ao titubear, recebi um tapa no rosto e uma puxada nos cabelos e ouvi:

- Você aceitou, agora obedeça porque pode ficar bem pior.

Surpresa com o tapa, meus olhos deixaram fluir algumas lágrimas e eu tentei me soltar e fugir dali. Mas Diana me segurava forte e não consegui. Entendi que o melhor era obedecer e esperar o melhor momento para sair daquele apartamento. Novamente ouvi a ordem de me despir e muito envergonhada tirei minha roupa lentamente sob o olhar divertido das duas. Apontando a cama entendi que deveria vestir a lingerie e a sandália e obedeci. Assim que vesti tudo, elas me vistoriaram inteira e assoviaram denotando o prazer em me ver daquele jeito. Disseram que era assim que eu ia me vestir nos três dias de cativeiro. Me senti como uma vadia vestida daquele jeito, mas não disse nada de puro medo. O quarto era bem espaçoso e estava à meia luz. Vi a hora em que tiraram suas roupas, ficando só de lingerie e se sentando confortavelmente na cama deram uma ordem que me deixou gelada.

Eu deveria dançar pra elas como uma vadia..Senti a raiva tomar conta de mim e me revoltei gritando que aquilo estava indo longe demais e que eu ia embora. Com uma risada sarcástica, Verinha levantou-se e se aproximou me agarrando pelo braço e dizendo:

- Cala a boca cadela...você não vai a lugar algum. Vai fazer exatamente tudo que ordenarmos ou será severamente castigada. A porta está trancada e não conseguirá sair daqui a não ser por ordem nossa, entendeu vadia?

As lágrimas começaram a escorrer pelo meu rosto e não tive outra coisa a fazer senão me colocar à mercê delas. Pelo menos naquele momento era o mais sensato a fazer. Com ordem reforçada para que eu começasse a dançar, obedeci meio desajeitadamente e completamente humilhada por aquela cena. Percebendo minha falta de entusiasmo ou de jeito gritaram para que dançasse como uma vadia...que usasse meu corpo com sensualidade porque senão seria castigada imediatamente.

Com medo, me esforcei para dançar sensualmente. Eu não sabia como fazer aquilo...nunca havia dançado sensualmente para ninguém, ainda mais para duas mulheres. Mas pensando em me livrar daquilo o mais rápido possível, tentei elaborar uma coreografia, mas logo estava dançando a coreografia delas. Com ordens para me acariciar, apertar meus mamilos, rebolar, fazer caras e bocas de vadia, fui cumprindo as ordens para o divertimento delas e isso se prolongou por muito tempo. Notei o quanto estavam excitadas com tudo aquilo e apesar de muito assustada e com raiva, não ousei tomar nenhuma atitude, esperando o melhor momento para fazer isso.

Assim que julgaram ser o suficiente, ordenaram que eu parasse e que as seguisse até o banheiro. Lá eu fui obrigada a encher a banheira com água morna, colocar os sais e preparar as toalhas macias delas. Assim que entraram na banheira, ordenaram que eu fizesse massagem em seus pés e que os lambesse devotadamente. Lambi pé por pé, chupando cada dedo com devoção. Eu não sei o que estava acontecendo comigo, mas adorei fazer aquilo...cada dedinho e cada lambida naqueles pezinhos me davam uma sensação que até então eu não conhecia. Não sei se elas perceberam, mas neste exato momento ordenaram que eu parasse e que terminasse o banho delas. Peguei uma das toalhas e enxuguei o corpo da Diana com cuidado e depois fiz o mesmo com Verinha.

Depois disso, ainda passei creme hidratante em cada uma fazendo uma deliciosa massagem, me demorando mais naqueles pezinhos macios e bonitos que elas tinham. Me surpreendi ao perceber que fiz isso por vontade própria e não por ordem delas. E elas também se deixaram levar pelas minhas mãos suaves e carinhosas. Voltamos para o quarto e vi algemas e cordas em cima da cama. Só nesse momento percebi os ganchos que haviam nas paredes e no teto do quarto. Diana algemou meus pulsos e prendeu meus braços nos ganchos do teto. Puxou a corda até que eu ficasse totalmente esticada e quase sem apoio nos pés. Verinha prendia meus tornozeleiros cada um a um gancho no chão. Fiquei de braços e pernas abertos e exposta a elas. Sem poder me mover, reclamei e recebi um tapa forte no rosto me deixando afogueada. Colocaram uma bola de plástico em minha boca, ligada a um pequeno fio com uma bombinha na ponta e me amordaçaram deixando o fio para fora.

O incomodo era grande e eu comecei a me debater apavorada. Mas não resolvia quase nada porque eu estava completamente esticada e imóvel e a qualquer movimento eu sentia as articulações doerem muito. Percebi que estava nas mãos delas e que o que aconteceria dali pra frente eu já não teria mais controle.

Pude vê-las ainda nuas às voltas com alguns instrumentos que eu nem imaginava o que eram. Em cima de uma mesa não muito grande no quarto, eu vi ganchos, chicotes, correntes, e outros acessórios que eu nem imaginava para que servissem. Diana estava com chicote grosso na mão e se aproximou passando a mão pelo meu corpo. Senti um arrepio e em seguida ouvi o estalar do chicote no ar e acertar minha pele em cheio. A primeira chicotada foi nas costas e nunca senti uma dor tão lancinante como esta. Depois da primeira chicotada vieram mais e mais e eu mesmo amordaçada tentava gritar, mas meu som saia como um sussurro.

Foi quando Diana parou e Verinha se aproximou, pegou o fio que estava ligado na bola dentro da minha boca e começou a bombear e percebi a bola dentro de minha boca inflando, a ponto de tocar minha garganta e quase me deixar sem ar. Verinha ainda disse:

- Vai continuar gemendo vadia? Posso inflar mais, quer?

Desesperada tentei dizer que não...que eu ficaria quieta. Talvez me entendendo ela deu um sorriso e olhou para Diana que imediatamente recomeçou com as chicotadas. Meu corpo foi todo cortado. Costas, braços, bunda, coxas, seios, pés...tudo foi incansavelmente espancado. Eu já estava quase inerte. O que me segurava em pé eram as amarras. Não fosse isso e eu cairia pesadamente no chão. De repente o chicote silenciou. Era uma trégua..Será?

Enquanto Diana descansava, Verinha aproximou-se puxando meus mamilos para fora do sutien e os beliscou com fúria. Virava-os, beliscava até que passou a mordê-los e eu tentava gritar de dor. Sua mão desceu até minha buceta e puxando a calcinha acariciou-me todinha me causando uma sensação de excitação que me revoltou. Eu tentava me esquivar, mas amarrada e amordaçada era inútil tentar qualquer reação.

De repente me desamarraram e soltaram minhas algemas me deixando cair no chão exausta e com o corpo em chamas. Tive ordens de me levantar e tirar a roupa. Ignorando a dor que sentia, obedeci prontamente com medo de novo espancamento. Me levaram ao banheiro e esperaram que eu tomasse banho. Assim que terminei, vi que não haveriam roupas para mim e recebi a ordem de ir para a cozinha preparar o almoço. O cardápio estava em cima da mesa e tudo o que precisava estava na dispensa e na geladeira. Eu teria uma hora apenas para isso.

Com dores no corpo e de humilhação e chorando, consegui preparar o almoço no tempo determinado e preparei a mesa para a refeição. Não me esqueci de colocar apenas dois lugares à mesa. Assim que terminei fui à sala para avisá-las e recebi a ordem de andar de quatro como cadela. Me coloquei na posição e voltei à cozinha acompanhando-as. Diana colocou duas tigelinhas no chão. Uma continha água e a outra uma espécie de ração. E me deu a ordem de comer. Eu estava num canto de frente para a parede e de costas para elas. Ouvi uma delas dizer para que eu abrisse mais as pernas e comesse tudo sem sujar o chão.

Não tinha vontade de me alimentar, mas alguma coisa me dizia que eu deveria fazer isso. O almoço transcorreu entre conversas e risadas. Eu esperei pacientemente que elas terminassem. Estava nauseada com aquela "ração" e fiquei com medo de vomitar. Foi quando num impulso eu disse:

- Diana...Verinha...preciso ir ao banheiro...estou enjoada.

Um silêncio profundo se instalou na cozinha e Diana - sempre mais rígida - quebrou o silencio dizendo com fúria:

- Sua cadela imprestável...quem te deu permissão para nos chamar pelo nome? Para você somos Senhora Diana e Senhora Verinha entendeu? E quem falou que você precisa de alguma coisa? Você não precisa de nada, não quer nada entendeu? Só faz o que queremos...e só vai ao banheiro se for de nossa vontade. Portanto nunca mais ouse se dirigir a nós sem ter a devida permissão. E está proibida de ir ao banheiro...se quiser vomite ai, mas vai ter que lamber tudo de volta. Vire-se!!!!

... engoli seco e fiz de tudo para não vomitar. Depois que elas almoçaram, limpei tudo e fui à sala novamente de quatro e me coloquei à disposição. Elas estavam vendo um DVD e fiquei na mesma posição durante o filme todo. Depois recebi ordens de cuidar dos outros serviços da casa. Elas queriam saber se eu sabia me comportar como uma criadinha de verdade.

Limpei a casa, lavei e passei a roupa, cuidei das arrumações e do pó. Deixei tudo brilhando, mas já estava meio assustada com tudo aquilo. Nem sempre me parecia que aquilo era mesmo uma "brincadeira". Terminei tudo já no finalzinho da tarde e recebi ordens de preparar o jantar. Assim que tudo ficou pronto e a mesa arrumada, recebi ordens de tomar banho e cuidar de toda a minha higiene...eu não jantaria naquela noite.

Obedeci prontamente porque de fato eu estava ansiosa por um banho. Eu tinha meia hora para fazer tudo enquanto elas jantavam. Assim que terminei, fui chamada para o quarto. Fecharam a porta atrás de mim e o quarto mergulhou numa penumbra. Iluminado apenas por duas arandelas, o quarto se tornava assustador. O silêncio imperava e eu só consegui ouvir os passos delas e os sons de alguns objetos.

Totalmente assustada e achando que aquilo tudo tinha ido longe demais, eu disse:

- Chega de tudo isto. Não estou gostando da brincadeira e estou indo embora.

Disse isso e me dirigi à porta, quando fui alcançada por Diana que me puxou pelos cabelos e me jogou violentamente ao chão. Com o pé apertou meu rosto, o que me causou mais medo ainda. Percebi nesse momento que eu havia caído numa armadilha e que não tinha como fugir. Resolvi obedecer até encontrar uma maneira de sair de lá.

Ordenaram que eu ficasse de joelhos, com as pernas abertas e mãos na nuca. As duas fizeram a inspeção para ver se eu tinha cumprido exatamente todas as suas ordens. Mas minha depilação não estava de acordo com a vontade delas e por isso recebi ordens de me deitar naquela cama alta que havia no canto esquerdo do quarto.

Prenderam meus braços um em cada lado da cama e minhas pernas bem abertas em ganchos que pendiam do teto. Fiquei mais uma vez exposta a elas. Com isso deram inicio à depilação. Passaram em minha buceta e cu um creme de barbear e com uma lâmina me depilaram toda, causando-me uma humilhação nunca sentida antes. A minha raiva era visível. Eu gemia e esbravejava, quando Verinha amordaçou-me novamente com aquela bolinha inflável. Eu parei imediatamente de gritar e me mover, porque fiquei com medo da bolinha ser inflada novamente e delas me cortarem com a lâmina. Obedeci com muita raiva e vergonha.

Assim que terminaram, senti a água escorrendo por minha buceta e cu. Estava sendo lavada e higienizada. Me secaram e Verinha dando muita risada examinou meu cu, observando que ele era virgem e bem apertadinho. Ela o rodeava com os dedos e brincava tentando introduzir um dedo nele. O que senti é inexplicável. Meu corpo reagiu a isso com um calor insuportável. Meu rosto corou tanto que estava afogueado. Desta vez não me contive e comecei a me espernear e a gritar. A bolinha dentro de minha boca começou a inflar novamente e Verinha para me castigar enfiou sem dó um dedo no meu cu.

As duas riam muito e estavam excitadíssimas pois as vi se tocarem mutuamente. Confirmando que meu cu era mesmo virgem e apertado, disseram que iam dar um jeito de me alargar logo. Implorei com sussurros que não fizessem nada, mas elas me ignoraram. Brincaram o tempo todo com minha buceta, enfiando os dedos e vários acessórios. Até que uma delas..nem sei direito quem...começou a me fazer sexo oral. Abriu minha buceta, enfiava a língua, me chupava...sugava meu clitóris..mordia meus grandes lábios. Mas o que era aquilo que eu estava sentindo? Raiva ou prazer? Percebi que era prazer quando elas riram e disseram que minha buceta estava molhadinha de desejo. Tremi...na verdade eu estava mesmo excitada e aqueles movimentos delas em minha buceta estavam me deixando louca de tesão..

Mais uma vez lutei como louca contra aquilo, mesmo desejando ardentemente. Mas Diana me segurou fortemente e Verinha me alucinava com sua boca quente e seus dedos afoitos me masturbando. Senti que meu gozo estava chegando e eu não poderia permitir que elas percebessem o quanto eu estava excitada. Mas meu medo foi em vão. Elas já haviam percebido e recebi um sonoro e forte tapa na cara me acordando.

- Você está proibida de gozar...cadelas não gozam sem permissão. Se controle vadia!!!

Verinha intensificou ainda mais as chupadas e lambidas e eu estava no meu limite. Não queria gozar...não tanto pela proibição imposta, mas por me sentir totalmente humilhada com aquela situação. Verinha havia enfiado em minha buceta um consolo e o bombeava dentro de mim, além de continuar bulinando meu clitóris. Meu desespero as divertia ainda mais.

De repente Verinha parou. Me desamarraram e me levantaram. Deitaram-se numa grande cama de casal que estava no canto direito do quarto e ordenaram que eu fosse até elas. Subi na cama de quatro e esperei nova ordem. Diana então disse algo que me paralisou:

- Agora é sua vez de nos dar prazer. Venha aqui cadelinha e nos faça gozar como merecemos. Você é nossa cadelinha sexual.

Aos prantos, totalmente desesperada, implorei que me deixassem ir embora. Que jamais contaria a alguém o que tinha acontecido. Elas se dignaram apenas a me olhar e dar gargalhadas e ouvi:

- Não vamos repetir cadela. Cumpra a ordem se não quer sofrer ainda mais.

Diana me puxou pelos cabelos até sua buceta completamente molhada e enfiou meu rosto nela até que eu começasse a obedecer. Vendo que não tinha escolha, comecei a lamber aquela buceta inchada e úmida num ritmo frenético que demonstrava a minha raiva profunda. Como pude ser tão idiota a ponto de cair naquela armação?

Enquanto eu enlouquecia Diana de tesão, Verinha me bombeava com um consolo enorme, me deixando excitada. Logo não sabia mais o que estava fazendo...quem era eu...só sei que fui coberta de uma excitação tão grande que não resisti e quando vi Diana gozar alucinadamente, não me contive e também gozei intensamente.

Verinha se masturbou e gozou junto e depois caíram as duas na cama, exaustas. Eu envergonhada e humilhada fiquei no mesmo lugar esperando novas ordens. Tive medo de me mover e ser recriminada e castigada. As duas descansaram um pouco e me obrigaram a ficar de joelhos aos pés da cama olhando para o chão. Depois tomaram um banho enquanto eu arrumava a bagunça daquele quarto de torturas.

Quando saíram do banho vieram até mim, deram-me ordem de ir me deitar no quarto que estava reservado para mim, sem banho, sem alimentação e sem nem mesmo ir ao banheiro. Amanhã eu receberia o castigo por ter gozado sem permissão.

Fui para o meu quarto extenuada, humilhada e chorando ainda. Sentia a excitação em meu corpo só de me lembrar que estaria a serviço delas no dia seguinte e essa constatação me fez chorar ainda mais. Eu não sabia exatamente qual seria o meu destino, mas com certeza, contrariando a razão, meu corpo e minha pele queriam ficar ali com elas para sempre. Eu não lutaria mais contra meu destino...

por: karla { K@ }


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