Ciúme e Desejo numa Sessão

Cheguei ao hotel na hora determinada pela minha Senhora. Quando a porta do quarto se abriu, pude ver, num relance, o Mestre recostado na cama e a Senhora na minha frente. Imediatamente entrei e me ajoelhei aos pés Dela, com os braços esticados para frente e o rosto no chão. Ela deu uma volta no quarto e me ordenou com voz firme: Tire a roupa vadia!! Prontamente A atendi tirando a roupa e me ajoelhando novamente.

Ela se aproximou e pude ver Seus pezinhos bem pertinho de minha boca. Beijei-os com devoção e pedi permissão de lambê-Los. Ela se sentou comodamente numa poltrona que estava na minha frente e ordenou que Os lambesse direito e com gosto. Fiquei ali nem sei quanto tempo degustando verdadeiramente aqueles pezinhos

tão delicados e sádicos. Aqueles pezinhos já tinham feito muitas maldades comigo e ao mesmo tempo me dado tanto prazer íntimo. Eu sempre me deletei com os pezinhos do Mestre e da Senhora e me sinto sempre honrada quando posso cuidar Deles.

Quando a Senhora sentiu-Se satisfeita, ordenou que eu me levantasse e ficasse em posição de inspeção. Eu já estava nervosa, porque sabia que Ela perceberia o estado de excitação em que me encontrava por ter lambido Seus pezinhos e assim que me coloquei de pé e na posição, meu olhar cruzou o do Mestre e um frio gelado percorreu meu corpo ao perceber o erro que cometi por ter tido a ousadia de dirigir meu olhar a Ele. Sabia que pagaria caro por esse erro e que nem Ele nem a Senhora me perdoariam..abaixei o olhar envergonhada e apavorada e senti a Senhora me inspecionando.

Primeiro com os olhos, dando a volta pelo meu corpo. O chicote na mão, seguro firmemente, denunciavam que minha Senhora estava desejosa de cobrar de mim todos os erros de indisciplina e desobediência que cometi. E eu quero muito me redimir dos erros. Oferecer meu corpo para os castigos necessários. A Senhora examinou meus seios e apertou tanto os meus mamilos que quase fui ao chão de tanta dor. Ela riu e os apertou de novo, torcendo e puxando sem dó. Ficou alguns segundos segurando, apertando e girando e as lágrimas já me escorriam pelo rosto. Ela me olhava fixamente e eu, com o olhar baixo, sabia que a Senhora não me pouparia e usaria de todo o sadismo que Ela pudesse reunir para me punir. Mas eu também sabia o quanto eu amava estar ali aos pés Dela para servi-La e através de meu sofrimento e minha humilhação, dar prazer ao Mestre.

Neste momento, pensei Nele. O que estaria achando da situação? Estaria Ele tão bravo comigo como a Senhora? Será que Ele ainda sentia tesão na minha submissão depois de tantos erros cometidos? Queria me ajoelhar aos pés Dele para Lhe pedir perdão, mas nem ousaria fazer isso. Não era digna de me aproximar Dele e a Senhora Kalía estava ali para se certificar que eu não me aproximasse do Mestre.

A mão da Senhora na minha buceta me arrancou dos pensamentos e me fez sentir um arrepio no corpo. Como não podia deixar de ser, minha excitação era palpável e ouvi então a Senhora dizer em voz alta:

- Mestre, Sua cadela está no cio..é uma verdadeira vadia e acha que merece alguma coisa de nós. O que podemos dar a Ela Mestre?

E rindo se afastou..

Fiquei parada esperando sem ousar levantar o olhar. Foi quando a Senhora ordenou que eu ficasse de quatro no chão. Obedeci prontamente e Ela algemou meus pés um ao outro e algemou também minhas mãos nas costas. Era uma posição muito incômoda, eu de quatro sem o apoio das mãos no chão, tinha que fazer um enorme esforço para não cair. A Senhora então colocou à minha frente, no chão, uma tigelinha dessas de cachorro com leite quente e me disse que bebesse tudo bem devagar e sem deixar cair uma gota fora da tigelinha. Comecei a beber o leite procurando esquecer o quanto detestava leite e o pior: quente. Ouvia a Senhora perguntando se eu estava gostando e que era para eu beber tudinho porque faria bem à cadelinha. Eu agradecia a Ela e com nojo continuava a beber. De repente a Senhora se aproximou e de uma estocada só enfiou um plug no meu ânus com tanta força que me fez enfiar o rosto na tigelinha. E o que não devia acontecer, aconteceu. O leite se espalhou pelo chão, deixando-o todo sujo.

A Senhora então gritou:

- O que é isso karla? o que você fez aí no chão?

Eu tremendo, pedi perdão e disse que ia limpar. Ela disse:

- É claro que vai limpar..não tenho dúvida disso

E com o pé afundou meu rosto no chão apertando bem a minha cabeça, só aliviando quando eu terminei de limpar tudo. As lágrimas escorriam pelo meu rosto devido a humilhação a que a Senhora me submetia. Na frente do Mestre eu estava subjugada, exposta e humilhada. Não consegui evitar de lembrar de quantas e quantas vezes chorei em casa ao ler emails da Senhora dirigido ao grupo, falando de meus erros, do quanto eu era incompetente e de como eu era a vergonha do Reino!!! Tentei controlar as lágrimas, mas foi em vão e isso deixou a Senhora Kalía ainda mais entusiasmada para continuar a me punir. Novamente pensei no Mestre e novamente a vergonha me consumiu.

Bruscamente a Senhora me soltou das algemas, ordenou que me levantasse e fosse ao banheiro tomar um banho frio para me limpar de toda a sujeira e "acalmar" meu tesão. Ela mesma me levou ao chuveiro, me puxando pelo braço e me enfiando completamente debaixo da água. A àgua fria bateu no meu corpo como se fossem chicotadas cortando minha pele. Mas ao contrário de apagar meu desejo, o tesão aumentou quando pude perceber que a Senhora estava excitada com meu sofrimento. Ela me disse:

- Fique aí até eu mandar que saia. E fique embaixo da água!!!.

Saiu do banheiro deixando a porta aberta. Peguei o sabonete e comecei a me lavar quando ouvi o Mestre dizer:

- Kalía, minha Amorinha, você é perfeita e sabe muito bem punir uma escrava.

Se fez silêncio e eu forcei o ouvido para escutar o que acontecia no quarto. Pelo barulho e movimento entendi que Eles estavam trocando carinhos e curtindo muito tudo aquilo. Queria estar lá no quarto para vê-Los. O tesão cresceu e eu me toquei. Mas na mesma hora parei com medo que a Senhora entrasse no banheiro e visse. Depois de tempo interminável e já estando eu praticamente congelada com o frio do chuveiro, a Senhora ordena que eu saia do banheiro e vá para o quarto sem me enxugar. Fiz isso sentindo um alivio por sair do frio, mas temendo pelo que viria.
Quando entrei no quarto, os dois estavam nus na cama, abraçados e a Senhora me disse:

- Está vendo aquela cadeira no meio do quarto? Debruce nela totalmente.

Assim que me coloquei na posição ordenada, a Senhora saiu da cama e pude perceber que procurava alguma coisa na mala. Alguns segundos depois ela se aproxima e com um barulho seco e um estalar, senti minha pele rasgar com uma chicotada forte na minha bunda. Dei um grito alto o que acendeu ainda mais a fúria da Senhora que começou a me chicotear. Nas costas, na bunda, nas pernas, eu não aguentei e gritei como louca...chorei, esperneei e gritei. Senti que meu corpo já nem reagia mais, quando a Senhora me disse:

- Levante seu pé esquerdo.

Quando obedeci ela segurou meu pé com força e com o alicate deu muitas e muitas beliscadas me fazendo quase desfalecer. Ela ria e perguntava se eu estava gostando. Eu chorava e implorava que Ela parasse. Mas Ela disse que ainda tinha o pé direito. E que seria diferente. Levantei o pé direito sob Sua ordem e com o temido elástico Ela judiou dos pezinhos, sempre se regozijando com o meu sofrimento. Quando se sentiu saciada, ela me ordenou que fosse até a beira da cama onde o Mestre estava e Lhe pedisse perdão por todos os erros. Mas que eu implorasse para Ele me perdoar, pois só isso me salvaria dos próximos castigos.

Assim fiz..De joelhos, cheguei até a beirada da cama onde o Mestre estava e de olhos baixos, mas sentindo o cheiro e a respiração do Mestre, eu disse:

- Senhor, sei que sou uma escrava ordinária e que o envergonho perante todos do Reino. Sei que não sou digna de estar aqui a Seus pés e que merecia ser jogada no Kalabouço por tempo indeterminado, mas Lhe agradeço com toda minha submissão e devoção por ter permitido que a Senhora me castigasse. Agradeço-Lhe pelo leite, pelo banho frio, pelas chicotadas e pelos castigos nos pézinhos que são Seus e Lhe peço perdão pelos meus erros crassos de escrava desobediente. Entrego-Lhe meu corpo sempre para que O castigue para o meu crescimento

O Mestre simplesmente me olhou e disse:

- Diante de tantos erros que demonstram a Sua falta de interesse em servir com devoção e dedicação, não posso perdoá-La ainda sem que você possa sofrer e se arrepender.

Dito isso, levantou-Se da cama e foi ao banheiro. Fiquei ali parada ouvindo a movimentação Deles no quarto. Meus joelhos doiam muito, mas não ousei mover-me. Senti o chuveiro abrir novamente. Mas a porta do banheiro se fechou e eu fiquei ali no escuro e imóvel aguardando. Depois de muito tempo, Eles sairam do banheiro e percebi que se trocavam. Nada fiz..nada falei...e nem me movi..esperei apenas.

Quando ouvi da Senhora:

- karla, nós vamos sair para jantar. Quero que você limpe a suite, arrume nossa cama e deixe tudo impecável para a nossa volta. Tudo que você precisa está naquela mala e na área de serviço. Você tem duas horas para limpar tudo; depois disso você vai tomar um banho e colocar a roupa que também está na mala e ficar de joelhos com o rosto no chão e os braços esticados para a frente, à nossa espera.

Dito isso, sairam e a porta se fechou atrás Deles. Por instantes fiquei ali digerindo cada palavra da Senhora. Meus joelhos doiam, ainda estava com o plug no ânus, mas me levantei e fui ver o material de limpeza. Fui à lavanderia para pegar a vassoura, o rodo e os produtos de limpeza. Comecei pelo banheiro. Lavei tudo com esmero, pedi para a camareira que trouxesse toalhas limpas e as coloquei bem dobradas no cabideiro. Arrumei os pertences pessoais de higiene do Mestre e da Senhora, em cima da bancada da pia. Borrifei o spray com perfume de lavanda pelo banheiro, examinei todos os pontos de novo; vendo que tudo estava em ordem, sai do banheiro e fechei a porta..

No quarto comecei varrendo tudo, passando pano úmido com um produto suave, que deixou um perfume gostoso no ar. Tirei o pó de tudo com muito carinho e atenção para que nada ficasse para trás. Fui para a cozinha anexa ao quarto que nem precisou de muitos cuidados já que não tinha sido usada. Percebi que faltava coca-cola zero no Frigobar, e pedi à recepção que trouxesse, já que o Mestre gosta muito. Assim que a cozinha ficou pronta, voltei ao quarto para me dedicar à cama do casal.

Coloquei os lençóis e fronhas de cetim branco que estavam na mala e ajeitei os travesseiros para que ficassem macios. Peguei algumas rosas vermelhas na cozinha e as despetalei uma a uma.. Esticando bem o lençol e me certificando de que estavam bem presos na cama, espalhei lindamente as pétalas pela cama toda. Nos pés, arrumei delicadamente os roupões dos meus Senhores. Num dos criados mudos, coloquei uma bandeja com duas taças douradas e uma garrafa de champagne num balde com gelo. No outro, arrumei bem harmonicamente os bombons que eu tinha levado para Eles. Coloquei guardanapos brancos de linho ao lado. Na cômoda ao lado liguei o som e uma música suave e inebriante invadiu o quarto.

Depois de me certificar que tudo estava perfeito, vendo que as horas já haviam passado, fui tomar meu banho. Cuidei de meu corpo e lavei os cabelos. Sai do chuveiro, me enxuguei, passei o hidratante pelo corpo. escovei os cabelos e passei um suave perfume. Limpei toda a bagunça que tinha feito com o meu banho e deixei tudo novamente impecável. Fui para o quarto e senti o perfume suave que emanava. Peguei na mala a roupa que deveria vestir. Era um avental preto com peitinho, com babados em renda branca que deixavam minha bunda exposta e o plug à mostra. Uma fita larga para o cabelo também de rendinha branca e uma coleira com as iniciais do Mestrre, em couro e pingente em prata. Só, mais nada havia na mala. Vesti a roupa e me certifiquei no espelho que tudo estava em ordem. me ajoelhei na posição ordenada em frente a porta do quarto e esperei..

Parece que o tempo passou muito lentamente. Eu esperava ansiosa e temerosa ao mesmo tempo. O plug me incomodava desesperadamente, mas também me dava muito tesão. Esperei...esperei..até que escutei a chave virar na porta e ela se abrir. O susto me fez gelar e tremer. Continuei imóvel. Eles entraram conversando animadamente e parece que nem me notaram. A conversa girou em torno do jantar e do restaurante acolhedor. Eles estavam alegres e riam bastante. Acenderam a luz do quarto e pude perceber que ficaram felizes com a arrumação da suite. A Senhora, depois de examinar tudo disse:

- Bom trabalho karla!!! Até que enfim resolveu aprender a obedecer não é?

Mas não me disse nada mais. E continuei ali parada. Só pude perceber a movimentação do quarto. Nada mais falaram. De repente, a Senhora diz:

- karla, levante-se e venha nos servir o champanhe!!!

Levantei apressadamente e quase cai quando tropecei na cadeira. Só ouvi o Mestre dizer:

- Ô mocinha elétrica hein? Quer fazer tudo sempre correndo e se enrola toda!!

E os dois riram bastante.

Me aproximei da cama vendo que os dois já estavam deitados e abraçadinhos. Senti um nó no estômago, o ciume tomou conta de mim ao ver o Mestre e a Senhora em tanta intimidade. Lutei contra as lágrimas e baixei o olhar para não ver mais. A Senhora então ordenou que eu Os servisse do champanhe. Com as pernas trêmulas e lutando para me equilibrar, fui até o criado mudo e enchi as taças com o champanhe, coloquei as taças na bandeja e a aproximei Deles para que se servissem. Eles estavam num longo beijo e isso me intimidou um pouco. Esperei, observando a excitação que vinha dos dois.

Depois do beijo, Eles pegaram as taças e fizeram um brinde delicioso onde o Mestre dedicou à Senhora um lindo sorriso e a Senhora reafirmou a Sua submissão ao Mestre..Um momento lindo e único e eu participando da felicidade dos dois. Os carinhos aumentaram e a Senhora me disse:
- karla, ajoelhe-se nos pés da cama e comece a lamber o pezinho do Mestre. Naquele momento fiquei grata à minha Senhora por me permitir ter a honra de lamber aqueles deliciosos e amados pezinhos. Não precisou dizer duas vezes, me aproximei da cama e com gulodice comecei a lamber. Estava muito excitada em ver o Mestre e a Senhora juntos, fiquei ali lambendo e observando os momentos intimos dos dois. Vi que logo Eles atingiriam o gozo e isso fez meu corpo estremecer...pensei em me tocar..queria muito gozar. Os gemidos da Senhora que eram suaves, tornaram-se mais intensos e a respiração do Mestre mais forte. Não desviei o olhar da cena. Que bom que eu estava ali e podia ter a permissão de assistir o amor dos dois..Os pés dos dois se embaralharam em minha frente e eu trocava do pezinho do Mestre para o da Senhora e vice-versa. Eu estava já quase gozando e quando percebi já estava implorando à Senhora que me deixasse gozar. A Senhora, em sussurro me disse:

- Goze cadelinha, tem minha permissão!!

E de repente, o gozo veio, forte e intenso, para os três. O Mestre e a Senhora me deram a honra de poder gozar com Eles. Os gemidos se misturaram e assim que nos sentimos saciados, nos deixamos ficar por momentos em silêncio para que aquele momento não se perdesse.

E foi um momento que ficou perpetuado em minha memória...Quando nos refizemos, novamente ajoelhei e agradeci aos Dois por terem me permitido gozar. Ofereci meu gozo a Eles, mais uma vez pedi perdão pelos erros e prometi que ia melhorar. Disse o quanto Os amava. E que sempre que Eles ordenassem eu teria a honra de estar aos Seus pés servindo-Os..

por: karla { K@ }


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