Um Dia Diferente no Parque

Este conto foi escrito pela escrava karla { K@ }, quando esta viveu uma situação de empréstimo feito por Mestre K@ à Senhora Kalía * K@*. A Senhora Kalía, também foi responsável pela revisão e aprovação do conto.

 


Estava pronta para cumprir mais uma tarefa ordenada por minha Dona e Senhora. Seria a mais difícil já realizada porque ainda não tinha feito nada em público. Estava muito temerosa e envergonhada, mas não poderia decepcioná-La. Desde o começo, falávamos muito sobre romper limites... sobre me entregar incondicionalmente.

E sempre soube que nada seria fácil com minha Dona porque Seu sadismo é grande.

O primeiro passo seria me arrumar para sair e a ordem era muito clara: eu deveria ir vestida devassamente como se fosse uma puta. Saia curta, decote ousado, maquiagem um pouco exagerada com batom vermelho, cabelos arrumados num coque e saltos os mais altos que pudesse. Também deveria usar brincos, pulseiras e é claro a coleira que deveria estar bem exposta. Deveria estar sem calcinha e sem soutien.

Depois de me certificar que estava vestida como minha Senhora queria, me olhei no espelho e fiquei chocada. Não sei como conseguiria sair de casa assim. Sei que seria notada por ser de dia e porque eu deveria ir a um parque público. Então decidi nem me olhar mais no espelho e tentar esquecer a imagem que eu estava representando.

Em seguida, fiz o lanche que deveria levar, conforme as ordens de minha Senhora, um lanche de pão francês e mortadela. Embrulhei o lanche em papel alumínio, coloquei na minha bolsa e sai. O que eu deveria fazer em seguida seria ainda pior. Eu deveria parar numa banca de revistas, entrar e deliberadamente ficar por meia hora folheando revistas de sacanagem, não importando se tivessem pessoas por lá.

Nem preciso dizer que a meia hora me pareceu uma eternidade e eu já suava frio, minhas pernas tremiam. Eu disfarçadamente olhava para os lados e encontrava o olhar curioso das pessoas que estavam na loja . Olhava no relógio de minuto em minuto até que deu meia hora, escolhi uma das revistas e fui ao caixa pagar. Senti o olhar divertido do vendedor em mim, peguei o troco, saí da loja com calma e me dirigi até o carro.

Eu estava proibida de fazer tudo correndo. Teria que ser com calma por isso não sai correndo da loja, já que essa era a minha vontade. Eu olhava para os lados procurando por minha Dona, porque Ela me disse que estaria me observando, mas claro que eu não A encontrei. Mas com isso eu sabia que se desse um passo em falso meu castigo seria pior ainda que essa tarefa.

Entrei no carro, coloquei o cinto e dirigi em direção ao parque. Estacionei logo na entrada, respirei fundo e desci. O parque estava cheio de pessoas fazendo caminhada, exercícios e até se divertindo em piqueniques. O constrangimento por um momento me cegou e tive que me segurar para não cair, tamanho era o tremor de minhas pernas.

Continuei caminhando, tentando demonstrar uma segurança que estava longe de ter naquele momento. Eu já sabia onde deveria ir e caminhei até os quiosques afastados onde havia pequenas mesas com cadeiras para refeições ou leituras dos frequentadores. Minha excitação apesar de toda a minha angústia era muito grande e a vontade de fazer xixi também. Mas não podia ir ao banheiro... pelo menos não naquele momento.

Enquanto me dirigia ao local eu rezava para que minha Senhora aparecesse do nada e me dissesse que a tarefa acabava ali, mas no fundo eu não tinha a menor esperança que isso fosse acontecer, pois conhecia muito bem a minha Senhora para saber que Ela sempre levava até o fim e queria sempre ver cumpridas todas as suas ordens. Sei que seria um dia muito difícil. Escolhi uma mesa não a esmo, porque teria que ser um lugar estratégico, já determinado pela minha Senhora.

A mesa ficava de frente para a quadra de futebol “society” e eu deveria me sentar numa cadeira de frente para a quadra. Estremeci ao ver que lá, dois times disputavam uma partida. Mas não quis pensar no que aconteceria e me sentei, coloquei a bolsa em outra cadeira, o celular em cima da mesa e arrumei a revista de sacanagem dentro de um livro, como me foi ordenado.

Eu sabia que deveria me portar como uma puta, mas não imaginava o que viria. De repente, o celular me alertou de que estava recebendo uma mensagem e pelo número vi que era de minha Dona. Gelei! A mensagem dizia que eu lesse uma a uma todas as regras que estavam sendo enviadas a mim e as seguisse sem mudar nada, porque eu estaria sendo vigiada e a qualquer passo errado meu castigo viria na hora e da forma mais cruel que eu pudesse imaginar.

Tremi, mas comecei a ler e as lágrimas então começaram a cair. Eu as enxugava enquanto lia, mas não adiantava, meu corpo todo balançava de tanto tremer. Terminei de ler e as reli para me certificar de que não erraria e talvez até para prolongar um pouco o início de minha tortura pública. Que angústia? Se ao menos eu pudesse olhar nos olhos de minha Dona para sentir a sua proteção, mas nada eu estava sozinha.

Respirei fundo novamente para ver se conseguia conter a tremura, pensei em tudo que tinha para fazer, enxuguei as lágrimas e comecei. Não sem antes desejar ardentemente que aquele dia voasse e eu fosse pra casa novamente. Sentei-me numa mesa que ficava bem na virada da quadra, com mais uns dez passos eu estaria dentro dela e comecei a agir como uma puta.

À medida que eu ia folheando a revista, eu me movimentava na cadeira abrindo as pernas lentamente, deixando aparecer que estava sem calcinha. Meus pensamentos iam até minha Dona, que estava por ali em algum canto me espionando. Por certo seus olhos brilhavam como estrelas por me ver naquela situação constrangedora. Eu não conseguia parar de tremer, mas tinha que cumprir a tarefa direitinho por que senão o castigo com certeza seria bem pior.

Conheço minha Dona muito bem e por isso não queria levantar Sua ira... E assim eu ia me insinuando e vendo que um a um aqueles homens passaram a me olhar, a princípio disfarçadamente, mas depois já não mais escondiam que estavam gostando do que viam.
Isso de certa forma despertou a minha vaidade e me deixou um pouco mais à vontade, já que coloquei na cabeça que ia provocá-los o quanto pudesse. Eu abaixava a cabeça para ver a revista fingindo que não os via e me insinuava cruzando as pernas ousadamente, abaixando até o chão para pegar alguma coisa que eu deixava cair de propósito e assim mostrando a bunda branca e nua.

Parecia segura do que fazia, mas no fundo meu corpo todo tremia de medo e desejo e queria dar mais tempo para cumprir o resto da tarefa lentamente conforme ordem da minha Dona. Até que senti que não deveria esperar mais e comecei a provocação maior. Comecei a me tocar por cima da saia, fingindo que não percebia a presença daqueles homens. Comecei a mover meus quadris na cadeira fazendo gestos sensuais.

Com uma mão eu me tocava e com a outra eu massageava meus seios por cima da blusa. Aos poucos fui me deixando levar pela sensação gostosa que isso me provocava e esqueci completamente da presença deles, tinha apenas o olhar doce e sádico de minha Senhora na minha frente.

Comecei a gemer baixinho, me tocando, apertando meus seios, agora já com a mão por dentro da blusa.. e de repente levantei a saia e comecei a me masturbar gostoso. Estava tomada pelo prazer e pela sensação do gozo eminente e continuei ali como se estivesse sozinha. O gozo chegou logo e forte. Meus gemidos eram altos, eu tremia e me tocava ainda mais. Gozei ainda mais duas vezes. Fiquei um pouco ali parada, curtindo aquela sensação deliciosa e quando me refiz, pude ver o quanto aqueles homens estavam alvoroçados, todos no canto da quadra assistindo o espetáculo e conversando entre si, rindo e alguns me diziam palavras obscenas, me tratando como uma cadela vagabunda, dizendo palavrões.

Mas eu sou mesmo uma cadela, a cadela de minha Senhora.. Ainda sob o efeito do gozo e de todas essas sensações novas, me refiz, arrumei a saia e a blusa. Abri minha bolsa, peguei o lanche e o comi sendo observada por eles, até que, depois de comer meu lanche, me levantei e passei rente à quadra, rebolando e me insinuando ainda mais.

Uns assobiavam outros se agitavam, dizendo coisas pesadas. Um negro alto expôs seu membro fazendo gestos para que eu o chupasse. Outros apenas observavam se divertindo com a cena. Cheguei perto, apenas separados pela rede que murava a quadra. Olhei para todos eles com olhar guloso e perguntei: " Gostaram rapazes?" Ao ouvir o sim e a confusão armada por essa minha pergunta eu ainda disse: qualquer dia repito a dose ok? Desde que minha Dona permita. Dei uma piscadinha e me retirei, deixando atrás de mim homens agitados e incrédulos.

Peguei minhas coisas e me dirigi ao carro, tentando de todas as formas encontrar minha Dona. Quem sabe Ela me faria a surpresa de aparecer. Mas percorri o caminho todo de volta à minha casa sem vê-La... estava um pouco triste, eu queria tanto olhar para ela e dizer que tinha conseguido e sentir que ela estava orgulhosa de mim. Mal contive a lágrima que caiu... Quando cheguei em casa, meu celular tocou e a ouvi dizer: "Boa menina, é assim que a quero: vencendo todos os seus limites. Adorei a referência que você fez espontaneamente a mim para os rapazes" e desligou.

Corri para o banho e pensei na minha Senhora... No quanto A amava e queria servi-La. Minha alma se encheu de uma força enorme e eu sabia naquele momento que não queria outra coisa a não ser dar-Lhe todo o prazer que Ela tanto merece...


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