A Escrava em Adestramento

Toquei a campanhia daquela casa com uma carta de recomendação nas mãos. Era uma casa bonita, mas não muito grande. Há muito procurava por um Dono e na escola onde fui adestrada me indicaram aquela residência. Trêmula e ansiosa estava curiosa por saber como era o Dono daquela casa. E também insegura, não sabia o que Ele queria exatamente. Como de costume eu estava de vestido, um lingerie branco e sandálias de saltos altos; sem, maquiagem ou qualquer joia e bijuteria. Os cabelos bem penteados, soltos e meu corpo levemente perfumado. Na bolsa, apenas os documentos.

Absorta em meus pensamentos, eu quase não reparei quando a porta se abriu e uma linda mulher me cumprimentou.

Eu respondi ao cumprimento e fui convidada gentilmente a entrar. Fui conduzida ao interior da casa e ao chegarmos à sala a mulher indicou-me o sofá para que eu me sentasse.

Assim que me sentei, apareceu uma criada uniformizada que nos ofereceu um chá. Enquanto tomávamos o chá, conversamos sobre o que o Dono da casa esperava de mim. Fui alertada para que a chamasse sempre de senhora, porque embora ela fosse escrava do Dono da casa era também sua esposa e tinha direitos sobre as outras escravas.

Ela me contou sobre o Senhor, o quanto ele era sádico e exigente. Do respeito que deveria ter sempre em relação a Eles. Explicou-me que eu ficaria ali em experiência por uns dias para ser adestrada e testada. Disse-me ainda que eu teria direito a safe, mas que se eu a usasse tudo terminaria e me mandariam de volta para a escola. Enquanto ela falava, eu pude notar o quanto ela delicada e gentil. A sua elegância me chamava a atenção e eu conseguia entender porque o Senhor a havia desposado. E como se adivinhando os meus pensamentos me disse:

- Serei sempre muita dura com você porque é exigência do Dono. A ordem Dele prevalecerá sobre qualquer outra e não medirei esforços para castigá-la impiedosamente sempre que você merecer ou por vontade de meu Dono. Lembre-se: ele ainda não é seu dono, vai apenas testá-la. Cabe a você decidir se será ou não uma boa escrava.

Enlevada com suas palavras, entreguei a xícara de chá que ela me pediu. Ela a colocou na bandeja e achegou-se mais perto de mim, alisou meus cabelos e rosto e me pediu que abrisse a boca. Sentindo que era uma ordem eu a obedeci prontamente. Com os dedos ela examinou meus dentes, minha língua e minha garganta. Ainda pediu que eu ficasse sempre com a boca entreaberta como era costume entre as escravas. Abaixou as alças de meu vestido até a cintura, desabotoou meu sutiã e expôs meus seios à sua vista. Apalpou-os delicadamente, apertando-os, puxando os mamilos e tateando a volta toda com os dedos.

Depois disso, desceu até às minhas coxas enfiando a mão por baixo do vestido até chegar à minha calcinha. Não desviou de mim seu olhar determinado e gentil. Com a mão livre afastou mais minhas pernas que já estavam entreabertas e me recostou mais inclinada no sofá. Levantou meu vestido até a cintura e com uma mão afastou a calcinha e com a outra me inspecionou com os dedos. Enfiou os dedos em minha buceta e no meu rabo, me causando um arrepio de tesão que foi inevitável disfarçar. Percebi um sorriso em seus delicados lábios. Nesse momento, a criada entra novamente para retirar a bandeja me causando um grande embaraço, mas deixando a senhora imperturbável.

Quando se sentiu satisfeita, retirou a mão, ordenou que eu ficasse em pé e me arrumasse. Ainda me disse que eu estava proibida de olhar para eles diretamente e falar sem ter permissão. Que a partir daquele instante deveria obedecer sempre porque já estava em adestramento. Assenti com a cabeça e fui levada por ela a um quarto semi-iluminado, onde havia uma espécie de jaula pequena, uma cama alta, um X grande de madeira, um cavalete, pêndulos vindos do teto, um banheiro e uma mesa repleta de acessórios. O quarto era recoberto de cortiça que me fez entender que era para abafar os gritos da escrava quando os castigos fossem aplicados.

Disse-me delicadamente, mas fortemente que eu me despisse e fosse até o banheiro para fazer toda a minha higiene. Obedeci prontamente e sentindo-me envergonhada fui até o banheiro, onde ela me enfiou a mangueirinha no rabo para que eu fosse higienizada e depois que me aliviei, ela ligou o chuveiro que era frio, porque nós escravas não temos direito a água quente ou morna. A água bateu em meu corpo como se me cortasse de tão fria que estava. A senhora ia me molhando com a mangueira e dando ordens de como deveria fazer. Assim que tomei o banho respeitando a orientação dela, desligou o chuveiro e me encaminhou para a "jaula".

Essa jaula era uma estrutura feita de grades de ferro, estreita e baixa, só cabia uma pessoa deitada. Ordenou que me deitasse de costas e abrisse os braços e pernas que foram algemados a grossas correntes de ferros presas a estruturas fora da jaula. A senhora esticou bem as correntes até que estivessem totalmente retesadas. Assim que sentiu que eu estava bem esticada sem poder me mover, mais uma vez bolinou meu sexo e sentindo que eu já estava excitada enfiou a mão molhada em minha boca ordenando que eu lambesse. E me disse:

- Aqui é o lugar onde ficará nestes dias de treinamento e nesta jaula irá dormir todas as noites. As amarras são para que não se toque. Virei te buscar mais tarde para que finalmente conheça o meu Senhor.

Fechou a cortina da jaula me deixando totalmente no escuro.

Não conseguia controlar minha ansiedade; meus pensamentos estavam agitados e curiosos. E foi assim, ansiosa e totalmente excitada que a senhora me encontrou quando veio me buscar mais tarde. Fiquei envergonhada ao ver o sorriso em seus lábios quando viu o meu estado de excitação. Fui desamarrada e recebi ordens de sair da jaula. Meu corpo estava dolorido da posição imóvel. A Senhora não me dirigiu palavra alguma e só acenou apontando o banheiro. Fiz toda a minha higiene e assim que terminei a senhora me levou até o meio do quarto, onde haviam ganchos com correntes pendurados no teto. Colocou algemas em meus pulsos que foram presas às correntes pendentes do teto. Meus tornozelos também foram algemados e presos a argolas presas no chão, um de cada lado, deixando minhas pernas totalmente abertas.

Assim que verificou que eu estava realmente presa, a senhora ajoelhou-se no chão e de cabeça baixa esperou. Depois de alguns momentos, a porta se abriu e senti os passos firmes se aproximando. Eu sabia que era Ele… o Dono. Esperei olhando para a senhora que assim que viu seu Dono próximo, abaixou e beijou seus pés com carinho e devoção. Levantou-se então e Ele a enlaçou dando-Lhe um beijo intenso e provocando uma reação instantânea em todo o meu corpo. Aquele beijo me pareceu demorar uma eternidade.

Assim que terminaram, a senhora agradeceu e se afastou para que Ele pudesse se aproximar de mim. Fiquei de frente para Ele, mas sem poder olhá-lo diretamente. Meu coração acelerou, minha respiração se confundiu com a dele tamanha a proximidade de nossos corpos. Ele não disse nada apenas começou a tatear meu corpo com mãos decididas e firmes. Agarrou meus cabelos e puxou minha cabeça para trás e com violência começou a morder meus mamilos, a chupá-los me deixando louca de tesão. Com a língua rodeava meu seios. Eu gemia e tentava me mover sem conseguir. Eu estava bem presa e sua mão segurava minha cabeça bem firme. Com a outra mão, tocava meu sexo me arrancando suspiros e gemidos.

Depois de alguns minutos de puro deleite, Ele se afastou, voltando logo em seguida com um chicote na mão e sem dizer nada começou a me chicotear. Levei um susto e logo comecei a gemer. Os gemidos passaram a ser mais intensos, conforme a força que Ele colocava. Eu tinha uma boa resistência para o chicote, mas sem duvida Ele percebeu isso e colocou mais força ainda nas chibatadas. Eu já gritava intensamente e tentava me debater e Ele incansável prosseguia. Até que se viu satisfeito e mandou à senhora me desamarrar. Saiu do quarto sem dizer uma única palavra.

Assim que despenquei no chão a senhora, ordenou que eu me colocasse de quatro e me virasse de costas para ela. Colocou um plug grosso em meu anus, colocou uma coleira com a corrente e me conduziu a outro quarto da casa. Abriu a porta e entramos. O Senhor estava no quarto e mais uma vez a senhora beijou seus pés. A senhora indicou-me o canto do quarto ordenando que eu ficasse de frente para eles. Pude ver o Senhor puxando-a para si e beijando-a novamente. A senhora retribuiu apaixonadamente o beijo e logo já estavam vencidos pela paixão e prazer que os consumiam.

A essa altura eu já estava toda molhada e sentia meu prazer escorrendo pelas coxas. Seus gemidos eram cada vez mais intensos e o mundo ao redor já não existia para eles. Estavam inatingíveis. Esperei que esse momento não terminasse de tão extasiada que essa imagem me deixava. Foi quando ouvi a senhora dizer para que eu me aproximasse e subisse na cama de quatro. Obedeci sem pensar e ela apontou seu sexo para mim ordenando que eu a fizesse gozar. Comecei a chupar, a lamber aquela buceta que já ardia em chamas e que buscava pela explosão do gozo. Senti o Senhor arrancar de mim o plug e enfiar seu pau rijo e grande em meu cú, me fazendo delirar ainda mais.

Eu me dividia entre dar prazer à senhora e receber o prazer daquele Senhor que me tomava tão intensamente. Eu sabia que não tinha direito ao gozo e me controlei para não cair em erro. Estava tão determinada a dar prazer à eles, que me intensifiquei na ordem recebida e depois de alguns minutos a senhora explodiu num gozo intenso ao mesmo tempo em que o Senhor também explode com um gemido alucinante. Depois de extasiados, recebi a ordem de limpá-los. Obedeci sentindo o gosto de cada um dentro de mim. Extenuados pelo prazer, Eles logo adormeceram e eu fiquei ali, embevecida e velando o sono deles. Desejando intensamente ser aceita por Ele como sua escrava.

por: karla { K@ }


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