Escrava Lara

Lara era uma mulher linda, tinha um rosto branco como a neve, olhos negros ardentes que escondiam certo mistério. Tinha uma silhueta voluptuosa, que era coberto por um belo cetim vermelho. A cintura fina, em relação ao resto do corpo, era envolvida por um cinto prata, cravejado de pedras, expondo o seu status de escrava.

Lara pertencia ao Sir Arthur, um homem extraordinariamente bonito, tinha a feição linda, marcante e nobre.

Fascinado pela Liturgia sempre exigia da sua peça total empenho e dedicação, mas Lara de uns tempos pra cá, havia se desleixado dos cuidados para com seu Mestre. Então, sem avisar, Ele mandou que ela lhe esperasse no hotel de sempre...

 

Quando Ele chegou ao quarto, ela estava à sua espera linda como sempre, sentada na cama, como quem esperasse por seu amante, esqueceu-se de um detalhe muito importante, quem havia marcado o encontro era o seu Dono e não seu amante. Quando Ele adentrou o quarto, a encontrou toda saliente, estendo-lhe os braços e esperando por um longo beijo. Foi surpreendida por vários tapas na cara, que a fizeram ir ao chão, desmontando-a por completo, ficou enfurecida, não esperava aquela reação do seu Mestre, e fez menção de querer levantar e discutir o assunto, quando seu Dono lhe lançou um olhar fulminante e disse:

- Minha escrava daqui para frente é assim que eu a quero, no chão, esse é o seu lugar, aos meus pés, vai agir da forma como EU ordenar, se não for pra ser assim, levante-se e vá embora. A história nossa acaba exatamente por aqui.

Lara se assustou e abaixou a cabeça envergonhada, rastejou até os pés do seu Dono, Ele a repeliu e perguntou quem tivera dado a ordem para ela se mover, rapidamente pediu perdão e retornou ao seu lugar.

Ele a conhecia mais que do que ela própria, sabia que isso seria a morte de tudo que ela tinha sonhado e almejado, ela era uma escrava de corpo e alma, tinha apenas que ensinar-lhe a se comportar como tal.

Levante-se, vá até a parede e fique de costas...

Então, Ele se aproximou dela, soltou-lhe os cabelos sobre os ombros, com as mãos percorreu todo o seu corpo, ela permanecia imóvel mais a sua respiração ofegante mostrava que a sua excitação era grande.

Ele começou a rasgar lentamente o seu vestido em torno do lindo cinto, Lara tremia sentindo a força das mãos dele. Ficou nua, exceto pelo pesado cinto de prata. Ele passou as mãos pelos seus cabelos, então puxou-a até a cama, reclinou-a e começou a beijá-la interminavelmente, com as mãos em cima dos seios.Ela sentiu o peso dele apertando sua carne nua com muita força. O tesão, subia-lhe à cabeça como loucura, deixando-a cega. Era tão urgente que Ele a possuísse que ela mal podia esperar. Sentindo seus movimentos impacientes e lascivos, seu Dono a ignora novamente, afastando-se dela. Um leve sorriso sádico brota no canto dos seus lábios, e ele diz: Vá para o chuveiro, tome um banho frio... Sem entender o que havia feito de errado, ela somente obedece

Ao vê-la sair do banho, Ele sorri, pois sabe que a sua escrava odeia banhos frios o que lhe causa um tesão enorme humilhá-la.

- Agora que está menos enlouquecida, me prepare algo para beber, mas cadela, eu quero ser servido como manda o figurino, caso contrário tomará outro banho frio, até aprender a cumprir minhas ordens.

A essa altura seu fogo havia se acalmado, ela se pôs nas pontas dos pés, caminhando levemente, usando de toda a sua graciosidade, pois ela também sabia o que despertava tesão em seu Dono, seu cinto fazia um som tiritante, soando aos quatro cantos a sua condição de escrava, preparou-lhe a bebida em uma taça maravilhosa, a trouxe junto aos seus seios para aquecê-los, e se ajoelhou ao seus pés oferecendo a bebida,

Ele ficou encantado, pois há muito tempo não a sentia tão submissa, lhe afagou os cabelos molhados, se serviu da bebida, lhe fez um carinho e a trouxe até os seus lábios beijando-a intensamente, como se estivesse sorvendo toda a sua essência, boca, língua e fôlego, como as suas mãos a machucaram, apertando a sua carne profundamente, deixando marcas e dor por tudo.

Os dedos dele foram a todos os lugares, ânus, sexo, a língua para dentro da boca e das orelhas dela. Ele mordeu os mamilos, beijou e mordeu a barriga, ela tentava se satisfazer esfregando-se contra a perna dele, mas ele não permitia, queria usá-la de todas as formas e posições.

Ela não agüentando mais implorou:

- Senhor, permita-me gozar, não posso mais esperar!

Mas ele não permitiu.

por: kalina { K@ }


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