Minha Coleira

Meu Dono é casado e eu solteira. Conhecemos-nos há 3 anos e desde então sou sua submissa. Ele tem a vida pessoal com a esposa e eu, vivo incondicionalmente para Ele. A única coisa que Ele me permite ter é o meu trabalho. Minha vida se resume a ir de casa para o trabalho e do trabalho para casa. Quando aceitei ser sua escrava, eu já sabia que Ele era extremamente sádico, exigente e possessivo e não me permitiu ter nenhuma vida paralela à minha relação com Ele.

Sou muito feliz sob seu jugo. Sempre controlada, cobrada e tenho tarefas a cumprir que tomam todo o meu tempo livre. Sou responsável pela arrumação e limpeza de meu apartamento, minhas roupas, minha alimentação.

Além disso, sou eu mesma quem faz minha depilação, unhas, cabelo (não tenho permissão de cortá-los nem alterar a cor) Meu Dono não me permite ter contato nenhum com o mundo externo a não serem pelo trabalho, compras necessárias - tudo sempre autorizado antecipadamente por Ele.

Na empresa onde trabalho há uma turminha boa de amigos, mas não tenho permissão de sair com ninguém após o expediente. A exceção se dá apenas aos coquetéis de lançamento dos nossos produtos ou alguma reunião profissional. Depois tenho que fazer longos relatórios com os detalhes. Entre minhas tarefas também está a obrigação de escrever diariamente e detalhadamente em um diário sobre todos os meus passos, pensamentos e sensações passadas durante o dia. Extremamente detalhista e qualquer erro meu o castigo vem duramente.

Todo o controle de minha vida é Dele. Minha rotina, meu vestuário de trabalho (em casa eu tenho que permanecer nua), minha alimentação (controlada com cardápios que ele prepara para mim), quando posso ir ao banheiro, ver TV, horário de sono, banhos, cor de esmalte... absolutamente tudo. Tenho privações de lazer, prazer e alimentação. Tudo que pode acontecer fora da rotina que Ele determina, eu devo pedir permissão por email ou celular e aguardar. Caso não tenha tempo suficiente para esperar a permissão, devo encarar como proibição.

Apesar do casamento, meu Dono consegue se dedicar à nossa relação plenamente e é sempre muito presente. Como representante de vendas, Ele tem disponibilidade de horário para nossos encontros, que sempre acontecem inesperadamente. A não ser que seja algum compromisso diferente de nossa rotina, nunca sou avisada da sua presença. Por isso, tenho que estar sempre preparada para recebê-Lo e ser avaliada.

Em nossas sessões praticamos de tudo. Não existe limites. O que Ele decide, eu aceito com submissão. Chicotes, cordas, velas, vendas, mordaças, dogplay, enemas, fisting, torturas nos seios, agulhas, chuvas. Tudo depende da vontade Dele. E embora tudo possa parecer muito cruel, amo servir a Ele e me entrego de corpo e alma, sem medo ou duvidas. Confio plenamente em meu Dono. E a cada dia sou mais feliz.

A única coisa que me entristece é que por ser casado, todas as datas comemorativas e sociais Ele passa com a esposa. Eu fico em casa, sozinha em datas como: Natal, réveillon, páscoa, carnaval, dia dos namorados, e etc. Como sou sozinha... não tenho família, não tenho permissão para sair de casa nesses dias. Fico literalmente confinada dentro do apartamento, cumprindo ordens, e tarefas para que quando Ele volte, esteja tudo feito como é de Sua vontade. Meu único contato com Ele é o celular, e mesmo assim não posso ligar sob hipótese nenhuma. Só Ele pode fazer isso quando tiver vontade.

Isso me abala muito. Não o fato de ficar sozinha, sem sair de casa, mas a falta Dele. O ciúme me destrói... tenho muito ciúme de meu Dono, da felicidade que Ele tem com a esposa, do carinho e do amor dos dois. Muitas vezes questiono o fato de não poder sair e me divertir enquanto Ele curte a esposa, família e amigos. Não acho justo. E nessa hora recebo um forte tapa na cara e sou severamente castigada. Ele sempre me diz que não tenho direito a questionar nada por que quando iniciamos nossa relação, eu concordei com tudo.

E é verdade. Eu aceitei tudo... por amor a Ele...pela fantasia..pelo prazer que tenho em ser Sua...Não tenho direito de reclamar de nada e pensando assim peço desculpas de joelhos e aceito o que Ele quer para mim.

Naquele dia, Ele chegou como sempre de surpresa... eu, feliz, beijei Seus pés com amor e carinho. As lágrimas de alegria escorriam em meu rosto. Ele me acarinhou e disse que ficaria comigo até o dia seguinte. Eu eufórica e agradecida, me coloquei de joelhos e esperei sem olhá-Lo. Como sempre fazia, primeiro, Ele analisava a casa para ver se tudo estava como Ele havia ordenado. Isso levava um tempo, porque nenhum detalhe passava despercebido. Meus joelhos começavam a doer, mas eu não tinha permissão de dizer absolutamente nada.

Assim que Ele ficou satisfeito, veio até mim, me levantou ordenou que levantasse os braços, abrisse as pernas e começou a me inspecionar - esses momentos me causam intenso prazer. Sentir as mãos fortes de meu Dono por todo o meu corpo, a respiração e o hálito Dele em minha nuca, o sorriso de aprovação Dele, tudo isso me excita de tal forma que Ele percebe e se diverte.


Eu estava com os pelos um pouco crescidos porque não tinha recebido permissão de me depilar e me envergonhei um pouco. Ele sorriu e disse:

- Boa menina!!!

Pegou em meus peitos apertando-os e achatando-os fortemente me causando dores horríveis - Ele sabe o quanto meus seios são sensíveis, ainda mais agora na época da TPM. Soltei fortes gemidos e levei alguns tabefes na cara. Em seguida, foi a vez dos mamilos, apertou-os, torceu-os e mordeu-os com tanta força que eu percebi que ficariam marcados por muito tempo. Colocou os prendedores de aço com pesos nas pontas, deixando-me maluca com a dor. Mas eu não me movi, porque tinha medo do castigo.

Satisfeito em ver meus seios torturados, pegou meus cabelos com força e puxou minha cabeça para trás me dando o mais delicioso beijo que já recebi. Sua língua quente, úmida, contornava todo o interior de minha boca, causando-me calafrios de tesão. Mordeu meus lábios fortemente, chupou-os, enfiou os dedos quase até a minha garganta. Ele tem meu controle e sabe perfeitamente bem disso.

Minhas pernas amoleceram, minha buceta transbordou o desejo que já era latente em mim e só não cai no chão porque Ele me segurou, dizendo em meu ouvido que eu não tinha direito ao gozo. Que isso hoje seria privilégio apenas Dele. Continuou beijando minha nuca e eu gemia como uma cadela no cio. Suas mãos agora desciam pela minha barriga e costas até chegar às minhas coxas. Suavemente, Ele as tocou e empurrando minhas pernas, deixou aberta minha buceta.

Brincou um tempo com ela, abrindo-a, enfiando seus dedos e me deixando louca. Com a outra mão, bolinava meu cuzinho, apertava, enfiava o dedo. Eu ainda permanecia em pé porque estava totalmente apoiada Nele, senão já estaria caída no chão, pois minhas pernas estavam bambas. Cansou da brincadeira e me jogou no chão, onde eu tive de beijar seu pés por um longo tempo. Lambi aqueles pezinhos com avidez, chupei dedo por dedo. Fiquei um tempo me deliciando com a guloseima. Meu Dono, sentado no sofá, comigo a Seus pés, já estava de pau duro e nessa hora não pude deixar de sorrir; foi quando recebi um chute na cara.

- Cadela ordinária. Não se alegre que este pau não é para você hoje. Não terá prazer nenhum nesta nossa sessão.

Eu engoli meu sorriso, mas deixei a felicidade refletir em meus olhos. Nesta hora recebi ordens de me levantar e esperar. Ele então colocou uma musica caliente e olhando para mim ordenou que eu dançasse para Ele. Meu Dono adora-me ver dançar; isso o faz gozar várias vezes enquanto eu o seduzo com meu corpo. A cada movimento, eu via o seu pau enrijecer e eu sabia que O estava agradando. E na dança, eu era cada vez mais vadia...a vadia Dele...a vadia do Dono que eu amava tanto.

A música parou. Ele gozou e depois me chamou para si. Eu obedeci e me aproximei - de joelhos, como Ele gosta. Mais uma vez beijei Seus pés. Ele me disse que ficasse naquela posição de costas para Ele e com as pernas abertas. Enfiou um consolo grosso na minha buceta, o que me fez abrir ainda mais as pernas, e me disse:

- Minha cadelinha, semana que vem é Carnaval e vou viajar com minha esposa. Vou à sexta- feira e retorno apenas no domingo da semana seguinte. Coloquei em cima da cama, todas as regras e tarefas que deverá seguir até eu voltar. Lembre-se, quando sair do trabalho na sexta-feira venha direto pra cá e só vai sair de novo na quarta-feira ao meio dia direto para o trabalho. Nada deve ser feito diferente do que te ordenei. Quero os relatórios diários de todas as atividades e tarefas. Quando eu sentir vontade te ligo. Seus dias estarão bem cheios e se não se apressar pode ficar coisa para trás, o que me deixará furioso. Então pense bem antes de me desobedecer ou descumprir qualquer ordem.

Ao terminar, enfiou seu pau no meu cu, e bombando com tanta força me fez soltar um grito. Bombou até que gozasse mais uma vez intensamente. Eu, com os prendedores nos mamilos, com meu rabo ardendo e com o consolo na buceta, estava louca de tesão e implorei que me deixasse gozar. Ele então seriamente me disse:

- Nada disso. Eu disse que neste encontro você não teria prazer e vou manter esta ordem. Aliás não terá permissão para gozar de hoje até eu voltar da viagem. Não quero minha cadelinha sentindo prazer solitário. Vai me esperar e será recompensada na minha volta.

Só neste momento me dei conta das palavras Dele. Ele vai viajar com a esposa e me deixar sozinha mais uma vez. Na hora senti a raiva tomar conta de mim, me virei para Ele e disse:

- O Senhor não pode me deixar aqui sozinha...vou sentir Sua falta...não acho justo que vá se divertir no Carnaval enquanto eu fico aqui presa, cumprindo ordens e sem a Sua presença.

Os olhos de meu Dono fulminaram. Ele não disse nada, apenas levantou-se do sofá, puxou-me pelo braço até o quarto, jogou-me de costas na cama, amarrou meus braços na cabeceira da cama, um de cada lado. Pendurou meus tornozelos em ganchos separados que pendiam do teto, deixando minha buceta totalmente exposta. Eu ainda estava com os prendedores nos seios e isso já era uma tortura. Mas Ele nem se incomodou com meus gemidos, me amordaçou e vendou meus olhos.

Depois de alguns movimentos Dele, senti minha buceta latejar com a primeira chicotada. A cada chicotada na buceta eu me contorcia, mas meus gemidos eram quase imperceptíveis. Ele não teve dó de mim e surrou minha buceta até que ela ficasse em carne viva. Urinei em cima da cama de dor e de medo. Ele estava possesso e eu sabia que não pararia até que se acalmasse. As lágrimas escorriam por baixo da venda e só o que me restava a fazer era esperar que a fúria Dele passasse.

Assim que acabou, se retirou do quarto, fechou a porta atrás de si e ouvi que Ele ligou a TV. Depois de um longo tempo, o apartamento mergulhou no silêncio e entendi que Ele já estava dormindo e que eu passaria a noite toda daquele jeito. Chorei ainda mais...de raiva...de dor...de humilhação. Como Ele pode me tratar dessa forma? Não é justo. Mas o cansaço me trouxe o sono e só acordei quando meu Dono abriu a porta do quarto. O dia estava ainda clareando.

Sem dizer nenhuma palavra, Ele me desamarrou, tirou a venda e a mordaça e ordenou que eu fosse até a sala. Corri atrás Dele e quando se sentou no sofá, eu me ajoelhei diante Dele com os olhos baixos e Lhe pedi perdão. Levei um susto quando o ouvi dizer com a voz gelada:

- Cale-se!!! Não quero mais te ouvir. Preste atenção no que vou te dizer. Deixei as regras, tarefas, cardápios e todas as ordens que quero que execute, em cima da mesa da cozinha. São regras rigorosas e quero que as cumpra sem desobediência. Quando voltar, verei seu desempenho e conversaremos. Não me desaponte porque posso ser ainda mais sádico. Lembre-se que sou seu DONO e você deve me obedecer cegamente. Por causa do seu comportamento de ontem à noite, não ficarei até o final do dia como previsto. Irei embora imediatamente. Não nos veremos mais nesta semana e na próxima vou viajar. Até a volta.

Pegou Suas coisas e saiu, me deixando no chão, chorando copiosamente e infeliz. Chorei por um longo tempo. Quando me refiz, levantei-me, fui até a cozinha para ver as ordens deixadas por Ele. Como sempre, eu estava proibida de lazer, prazer, alimentação. Meus horários estavam explicitamente controlados. Tudo estava cronologicamente marcado. E, afora meu trabalho, eu não sairia mais de casa para nada. Deveria ir hoje mesmo comprar tudo que estava na lista e me preparar para os dias de muita solidão que viriam.

Alguns dias se passaram e não conversei mais com meu DONO. Minha rotina de tarefas e exercícios já havia começado e eu estava cumprindo todas as ordens como sempre. Eu estava no trabalho e ouvi um bate papo de alguns colegas sobre o Carnaval. Eles estavam combinando o que fariam. E de repente, alguém chegou atrás de mim e me perguntou se eu não gostaria de passar o Carnaval com eles? Olhei para trás e vi João Pedro.

- Não obrigada...não posso...tenho coisas a fazer e vou aproveitar o feriado prolongado para resolver tudo.

Ele ficou desapontado, mas me disse que ainda era cedo para eu dar resposta. Até o Carnaval ainda tinha 3 dias e ele me disse pra pensar melhor e mais para frente eu poderia dar a resposta.

Saí correndo da empresa e enquanto dirigia de volta para casa meus pensamentos voavam. Eu já havia percebido que João Pedro tinha um certo interesse em mim. Rodeava-me sempre, puxava conversa. Até já havia me feito alguns convites para irmos ao cinema ou jantar, ao que eu recusei com educação e com algumas desculpas.

Cheguei em casa e já me pus a cumprir as tarefas e ordens, mas João Pedro não saiu de minha cabeça. Quanto mais eu pensava nele, mais atrasava minhas tarefas. Foi quando uma raiva me acometeu e eu parei com tudo. Comecei a chorar e a pensar no quanto era injusto meu DONO viajar com a esposa, me deixar sozinha sem noticias. Passei a noite toda chorando e de madrugada ainda, tomei uma decisão que mudaria completamente a minha vida.

No dia seguinte cheguei no trabalho, fui até a sala de João Pedro e disse que resolvi ir com Eles. Ele me olhou, abriu um sorriso muito simpático e disse que eu preparasse minhas malas porque na sexta-feira ele passaria em casa e me pegaria para nossa viagem. Nesse dia voltei para casa e já comecei a preparar minha mala e pensando como faria para que meu Dono não percebesse nada.

Diria a meu DONO que fiquei muito doente, com febre alta, dores no corpo e que algumas tarefas não puderam ser cumpridas. Sei que mesmo assim serei castigada, mas é a melhor desculpa no momento. Como eu voltaria na terça-feira à noite e Ele só no domingo, eu ia tentar cumprir todas as tarefas e ordens quando voltasse. Feliz da vida terminei de arrumar as malas.

Nossa viagem correu tranquila e muito divertida. O pessoal é bem divertido. João Pedro não me largava e eu me senti muito atraída por ele. Sem pensar nas consequências, me entreguei naquela relação relâmpago. João Pedro era muito atencioso e um amante delicioso. Transamos várias e várias vezes nos dias da viagem e eu praticamente já havia me esquecido da minha condição de submissa e me deixei levar inteiramente por aquele sentimento de liberdade.

O tempo passou rapidinho e na terça-feira por volta das 23:00 horas cheguei em casa acompanhada de João Pedro. Num impulso o convidei para entrar e no elevador nos beijamos e nos entregamos mais uma vez à nossa paixão. Chegamos no meu andar e abri a porta do apartamento entre beijos e abraços de João. O apartamento estava iluminado apenas pelas luzes indiretas do teto da sala.

Eu e João tiramos nossas roupas com um desejo latente. Suas mãos percorreram meu corpo, meus seios, bunda. Ele me beijava intensamente e eu me entreguei mais uma vez ao fogo daquela paixão. De repente estávamos no chão da sala sem roupas entregues a um tesão louco. João começou a lamber minha buceta, me deixando já alucinada. Suas mãos eram fortes e seus desejos insaciáveis. Não havia medidas para aquele desejo e eu me entreguei até chegarmos juntos a um orgasmo louco e intenso.

Ficamos ainda um tempo inertes no chão. Nossos corpos estavam suados, cheirando sexo. Estávamos saciados como dois animais. João então se levantou e disse que iria embora porque já era tarde. Ofereci o banheiro para que ele tomasse um banho, mas recusou dizendo que tomaria em casa. Beijou-me mais uma vez com desejo e eu novamente me entreguei àquele beijo. Abraçados abrimos a porta da sala e esperamos juntos no hall a chegada do elevador. João Pedro finalmente foi embora e eu voltei para dentro do apartamento.

Mas ao chegar à porta a luz se acendeu repentinamente e vi meu DONO em frente a mim, com o olhar mais desgostoso que já vi em alguém. Eu perdi a cor, quase cai no chão. Só não cai porque me segurei no batente da porta. Meu Dono já estava se sentando no sofá. Ficou ali alguns minutos com as mãos apoiadas nos joelhos, olhando para o chão muito desapontado.

Eu não sabia o que dizer...o que fazer...estava paralisada...amedrontada. O que havia acontecido para que Ele voltasse antes do tempo previsto? Esperei. Longos momentos se passaram até que Ele se levantou, foi até a cômoda do meu quarto onde tinha a caixinha com a minha coleira e a pegou. Saiu do quarto, enfiou a caixinha no bolso da calça e sem me olhar, disse:

- Está livre. De hoje em diante não é mais minha escrava.

E saiu batendo a porta.

Tentei correr, mas minhas pernas não me obedeceram. Ele foi embora me deixando ali incrédula. As lágrimas que escorriam em meu rosto agora eram lágrimas de puro remorso. Não era verdade que aquilo estava acontecendo. O que eu fui fazer? Como me deixei levar pela raiva? Eu não podia perder meu DONO. Teria que encontrá-lo e Lhe pedir perdão...oferecer meu corpo para os castigos mais cruéis.

Os dias se passaram lentamente. João não entendia porque eu havia desistido dele. E eu não fazia questão de explicar. A dor me consumia diariamente e levaria muito tempo para que eu voltasse a sorrir novamente. Depois do ocorrido, tentei me comunicar com meu DONO, mas Ele nunca me atendeu nem me escreveu. Ele sumiu como mágica. Hoje, passado quase um ano, ainda sofro com a falta Dele. O remorso nunca me abandonou. Penso nele em todos os momentos dos meus dias e sei que jamais serei perdoada. Perdi a coleira, o homem que cuidava de mim e a alegria de viver.

por: karla { K@ }


Aya Gravatar   10.10.2015 03:04
Perfeito Karla quero te parabeniza pelo conto, pela escrita. Gostei muito e seu conto me fez repensar atitudes erradas que vinha tomando. Obrigada
 
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