A Submissa Vadia

Olhei no espelho pela ultima vez para ver se eu estava de acordo com as ordens Dele. Usava uma saia bem curta com uma blusa agarrada, sem sutien e calcinha. Meus seios realçavam por sob a blusa. Meia calça preta e um sapato de salto bem alto compunham o resto do vestuário. A maquiagem era forte e pesada...batons bem vermelhos, olhos pintados e cabelos presos num coque. Enfim parecia mesmo uma vadia...a vadia de meu Dono. Peguei minha bolsa e sai encontrando o frio gelado daquela época do ano. Minha roupa não condizia com o que a estação exigia e logo fiquei gelada; mas segui feliz e determinada. Ia encontrar com meu Dono depois de quase um mes de ausência. Muitas pessoas me olhavam estranhamente. Mulheres desviavam deconfiadas e alguns homens assoviavam ou diziam frases safadas.

Mas eu sorria intimamente...estava cumprindo ordens e logo estaria aos pés daquele a quem amo incondicionalmente.

Como a ordem era ir a pé até o endereço que Ele me forneceu, sai com bastantre antecedência para não correr o risco de me atrasar e aborrecer meu Dono. O caminho foi ficando mais deserto e devido ao horário, as ruas já se encontravam às escuras. Num determinado ponto o asfalto acabou e segui por uma rua de terra. Eu estava ficando amedrontada, mas tinha confiança em meu Dono. Ele jamais me deixaria correr riscos. Então segui adiante.

De repente ouvi um ruido e parei tentando procurar de onde vinha. Se fez silêncio novamente e continuei a caminhar, agora com passos mais rápidos, desejando chegar logo ao lugar indicado. Agora o barulho aumentava. Alguém estava escondido no meio do mato e quando eu ia correr fui agarrada. Tentei gritar mas levei um enorme bofetão que me fez cair no chão. E uma voz tétrica dizia:

- Cala a boca vagabunda!!!! Nem um pio!!!!

Quando olhei para ver de quem era a voz, avistei um homem nojento. Mal vestido, cheirando mal, barba por fazer e detestável, cabelos sujos e desgrenhados. Me apavorei e ia gritar de novo quando recebi um chute. Aquele homem pisou em meu rosto com força me ameaçando:

- Quieta vadia!!! Ainda não entendeu que não pode comigo? Sei que gosta disso não é? É uma vagabunda pedindo para ser usada!!!

Eu chorava desesperada e implorava para que ele me deixasse ir, mas era em vão. Disse a ele que estava indo encontrar-me com meu namorado (tive medo de contar a verdade) e que ele ia sentir minha falta e viria atrás de mim. Nem acabei de falar e aquele homem me agarrou pelos cabelos e puxou-me para o mato adentro. Meu corpo ia sendo arrastado pelo caminho de pedras e mato e eu tentava me soltar gritando, tentando acertar aquele homem com alguma coisa. Mas tudo foi em vão. Ele me levou para uma picada no meio do mato e lá imediatamente rasgou toda a minha roupa, arregalando os olhos quando viu que eu não tinha nada por baixo.

Eu tentava esconder minha nudez, mas ele ria com a minha humilhação. Era uma gargalhada de escárnio. Ele tinha um cigarro no canto da boca que o tornava mais asqueroso ainda. Tive vontade de vomitar. Levantei e tentei correr, quando novamente fui agarrada e derrubada e desta vez ele amarrou minhas mãos atrás de meu corpo com tiras das minhas próprias roupas. Enfiou a meia calça em minha boca me sufocando, para que eu não gritasse mais. Os pés foram amarrados pelos tornozelos a duas árvores, deixando as pernas bem abertas e meu sexo todo exposto. Senti uma humilhação tão grande que não conseguia parar de chorar e enquanto ele me amarrava pensava no meu Dono. Na preocupação Dele quando notasse meu desaparecimento. Isso me desesperou ainda mais. Mas ao mesmo tempo me deu esperanças de que Ele ia me procurar até encontrar.

O homem me examinava com olhos gulosos. Eu me debatia mas de nada adiantava. Ele se ajoelhou perto de mim e passou as mãos calejadas por todo o meu corpo macio e delicado. Senti o nojo tomar conta de mim novamente, mas não tive tempo de pensar nisso porque aquele homem debruçou sobre mim, arrancou a meia da minha boca e me beijou. Foi o beijo mais nojento que já recebi. Seu hálito era de alguém que tinha bebido muito. Sua lingua explorava minha boca quase até a garganta me causando mais e mais náuseas. Enquanto me beijava continuava a passar a mão pelo meu corpo até chegar à minha buceta, onde de uma vez enfiou os dedos tentando abri-la ainda mais.

O homem não tinha cuidado nenhum. Ele me explorava como se eu fosse um objeto...ou como ele mesmo disse: uma vadia. Eu estava totalmente dominada e apavorada!! Foi então que ele se levantou e arrancou sua calça e a cueca, deixando à mostra um pau grande e grosso e que já estava rijo e pingando. Sem mais detalhes caiu pesado em cima de mim, enfiando aquele pau na minha buceta. Senti uma dor forte tomar conta de mim, mas o peso dele me sufocava e eu não conseguia reagir. Esperei. Antes de gozar, ele saiu de mim, ajoelhou-se e enfiou o pau duro e sujo em minha boca. Bombava como um louco agarrando em meus cabelos para controlar meus movimentos. Não aguentei mais e vomitei.

Ignorando o vômito, ele me desamarrou virou-me violentamente de bruços e com fúria enfiou o pau todinho em meu ânus. Gritei, esperneei o máximo que pude, mas ele era forte demais e não conseguia me soltar. Foi então que ele gozou intensamente soltando gemidos feito um animal selvagem. Ele tinha espasmos de gozo se contorcendo e urrando como um bicho. Caiu prostrado ao meu lado no chão e puxando-me pelos cabelos conduziu minha boca até seu pau para chupá-lo, só me soltando quando se sentiu satisfeito.

Enquanto eu o chupava, ele beliscava meus mamilos, apertando-os, torcendo-os e dizendo:

- Que vagabunda deliciosa...gosta de se vender não é?

Deu uma gargalhada estrondosa e ainda disse:

- Mas hoje não vai receber nenhum tostão pelo trabalho, pelo contrário, sou eu quem vai lucrar uma graninha com você.

Rindo me levantou e me puxou pelo braço até aquela rua de terra onde ele havia me encontrado. Ao chegar mais perto observei faróis de carro iluminando a rua. Meu medo aumentou porque pensei que poderia ser algum comparsa dele. Eu estava nua, suja e cheirando sexo. Além do que me sentia muito humilhada e dolorida. De repente fiquei gelada, a surpresa me paralisou. Era meu Dono que estava ali. Ia correr até Ele para me atirar em Seus braços, mas fiquei imóvel ao ouvir Dele:

- Bom trabalho rapaz! Aqui está o pagamento pelo serviço.

Tirou do bolso um envelope onde deveria estar o dinheiro e o entregou àquele verme.

Pegou-me pelo braço e empurrou-me delicadamente para dentro do carro. Fechou a porta, deu a volta e entrou, e assim que o carro estava em movimento, puxou-me pelo queixo para mais perto Dele e me disse carinhosamente:

- Minha vadiazinha, viu como você é meu brinquedinho? Posso fazer com você o que eu quiser. Nunca se esqueça disso!!!

Deu-me um beijo rápido e assim que me soltou para voltar a atenção para o volante, eu pude perceber o pau delicioso de meu Dono totalmente enrijecido.

por: karla { K@ }


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